Resumão Emicida x Fióti: Do sonho de irmãos à troca de acusações
Emicida e Fióti estão envolvidos em uma batalha judicial após romper uma parceria comercial de mais de 16 anos. Em 2009, os irmãos Leandro Roque de Oliveira (Emicida) e Evandro Roque de Oliveira (Fióti) deram início ao sonho de criar a Laboratório Fantasma, uma empresa destinada a administrar a carreira do jovem rapper. No entanto, 16 anos depois, essa parceria se transformou em um pesadelo, com acusações mútuas e um processo judicial que pode impactar o futuro do rap nacional.
Fundação da empresa e crescimento
No ano de sua fundação, sob o selo da LAB Fantasma, Emicida lançou a mixtape Pra Quem Já Mordeu um Cachorro por Comida, até que Eu Cheguei Longe…, conseguindo vender 3 mil cópias através de vendas diretas. Com o sucesso inicial, a empresa expandiu, lançando novos talentos do rap brasileiro, como Rael e Drik Barbosa, e diversificando seus negócios ao produzir eventos e comercializar produtos relacionados aos artistas.

Início do fim
O relacionamento dos irmãos começou a deteriorar-se quando surgiram diferenças nos objetivos empresariais. Em novembro de 2024, decidiram romper a parceria comercial, assinando um acordo que estabelecia regras para a gestão da empresa até que chegassem a um consenso sobre a divisão de bens.
Porém, no início de março de 2025, a situação se agravou quando Emicida desligou Fióti antes do previsto, fazendo acusações sérias. Emicida começou a suspeitar de movimentações financeiras irregulares por parte do irmão e, após verificar transferências suspeitas, revogou a procuração que permitia a Fióti acessar contas da empresa.
Processo e alegações de desvio
Fióti, por sua vez, processou Emicida, alegando que o irmão havia descumprido o acordo estabelecido. Emicida, em resposta, afirmou que Fióti desviou R$ 6 milhões das contas da LAB Fantasma para contas pessoais. Fióti nega as acusações, alegando que todas as transferências foram feitas com o conhecimento de Emicida.
Decisão judicial
Recentemente, o juiz Guilherme de Paula Nascente decidiu em favor de Emicida, negando o pedido de Fióti para acesso às contas bancárias da empresa. O juiz também decidiu que o processo seria público, exceto por documentos com sigilo fiscal, e deu a Fióti cinco dias para apresentar seu pleito à justiça.
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